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segunda-feira, 29 de março de 2010


Os possíveis candidatos dos dois maiores grupos políticos são[2] Dilma Rousseff, a ministra-chefe da Casa Civil de Lula, do centro-esquerdista Partido dos Trabalhadores (PT) e o governador de São Paulo José Serra, da coalizão oposicionista de centro-direita[4] formada principalmente pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), de orientação centrista/Terceira Via,[5][6] e o Democratas (DEM), de direita.[7] Ambos os candidatos oferecem pouco risco à estabilidade econômica do país, mas diferem significativamente em questões como disciplina fiscal, política externa e intervenção estatal.[3] Ambos são capazes de manter o superávit primário do orçamento a fim de pagar a dívida pública e reduzir a taxa da dívida no PIB. Alguns analistas acreditam que Serra deve conter as despesas atuais de forma mais eficaz.[3] Dilma, por outro lado, favoreceria um papel maior no estado na economia, o que poderia reduzir a participação de empresas privadas em setores como o bancário e de extração de petróleo e gás.[3] Serra, que autorizou a venda do banco Nossa Caixa em 2008, é visto como mais aberto às privatizações.[3] É esperado que Dilma mantenha a política externa independente de Lula, impulsionando laços com nações em desenvolvimento, pressionando pela reforma em organismos multilaterais e lutando para um assento permanente do país noConselho de Segurança das Nações Unidas.[3] Já Serra iria desfazer laços com os aliados de esquerda de Lula na América Latina, o que poderia afetar investimentos do país na área de energia na Bolivia e na Venezuela.[3] Ele também pode tomar medidas mais duras em disputas comerciais com a Argentina e oMercosur.[3] Serra também é mais provável de promover cortes na folha de pagamento do setor público do que Dilma.[5]
O deputado federal Ciro Gomes, ex-governador do Ceará e ministro da integração nacional durante o primeiro mandato de Lula, é o possível candidato do Partido Socialista Brasileiro(PSB). Sua campanha pode gerar um racha na disputa do grupo governista de centro-esquerda, tomando os votos de Dilma.[5] Desde maio de 2009, quando Dilma lhe ultrapassou, ele aparece em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, com cerca de 13%. Gomes também foi candidato a presidente em 2002, quando obteve um resultado ruim devido a comentários sexistas e dificuldade em controlar o seu temperamento forte.[5] Ao contrário de Dilma e Serra, Gomes é um defensor da reestruturação da dívida pública do Brasil.[5] Marina Silva, ex-ministra do meio ambiente de Lula, também é uma das prováveis candidatas à presidência. No final de 2009, ela trocou o PT, partido que integrava desde sua fundação, para se juntar ao Partido Verde.[8] Internacionalmente conhecida por defender a Floresta Amazônica, Marina ainda não se destacou no Brasil, obtendo sempre menos de 7% nas pesquisas de intenção de voto.[5] Era esperado que Heloísa Helena, da Frente de Esquerda (formada por Partido Socialismo e Liberdade, Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado e Partido Comunista Brasileiro), lançasse sua candidatura.[5] Heloísa é ex-senadora pelo estado de Alagoas e fundou o PSOL após ser expulsa do PT em 2003 por criticar a aproximação do partido com forças de centro.[5] Se eleita, seria a única entre os principais candidatos que poderia abandonar as políticas econômicas favoráveis ao mercado.[5] De acordo com informações recentes, entretanto, Heloísa não irá concorrer à presidência, uma vez que irá tentar reconquistar sua cadeira no Senado.[9] Assim sendo, Plínio de Arruda Sampaio é visto pela imprensa como o pré-candidato presidencial do PSOL.[9]
Quando Marina lançou sua candidatura, houve especulação na mídia de que Heloísa poderia abandonar sua candidatura para formar uma coalizão com ela. Conforme esta possibilidade era noticiada, o PSTU anunciou que se tal coalizão fosse formada, lançaria a candidatura de seu presidente José Maria de Almeida[10]. Entretanto, uma resolução aprovada pelos membros do PSOL determinava que uma coalizão seria formada caso o PV abandonasse suas alianças com o governo Lula, o PSDB, o DEM, e políticas neoliberais.[9] Esta resolução tornou muito difícil a possibilidade de uma aliança PSOL-PV, uma vez que o PV é liderado pelo filho de José Sarney, o deputado Sarney Filho, e Marina já havia dito que sua candidatura não poderia ser vista como de oposição ao projeto de Lula.[9] Uma outra facção do PV, liderada por Fernando Gabeira, é explicitamente a favor de uma aliança com Serra, o que significa que há poucas pessoas no PV dispostas a aceitar a proposta do PSOL.[9] Conforme a Rede Brasil Atual relatou, "a coligação caminha muito mais pela vontade da pré-candidata do PV, Marina Silva, e da presidente do PSOL, Heloísa Helena, do que por aspirações de ambas as siglas".[11] Em 21 de janeiro de 2010, o grupo ligado a Heloísa Helena pós fim às especulações lançando a pré-candidatura de Martiniano Cavalcante, líder do PSOL em Goiás.[12] O secretário geral do PCB nacional, Ivan Pinheiro, afirmou na propaganda eleitoral da legenda em 26 de março de 2010 que será candidato à presidência da República neste pleito.

[editar]Lista dos pré-candidatos

Candidato
(em ordem alfabética)
ColigaçãoTempo de horário eleitoral
(estimado)
Américo de Souza[13]
PSL


43 segundos
Cirogomes2006.jpg
Ciro Gomes
PSB


1 minuto e 54 segundos
Dilma Vana Rousseff.jpg
Dilma Rousseff
PT

PT, PDT[14], PR[15], PRB, PC do B[16]

7 minutos e 4 segundos
Ércio Braga[17]
PTC


51 segundos
José Maria de Almeida[18]
PSTU


43 segundos
José Maria Eymael[19]
PSDC


43 segundos
Serra02032007-2.jpg
José Serra
PSDB

PSDB, DEM, PTB[20], PPS

8 minutos e 21 segundos
Levy Fidélix[21]
PRTB


43 segundos
Marinasilva13122006.jpg
Marina Silva
PV


1 minuto e 17 segundos
Mario Oliveira[22]
PT do B


45 segundos
Oscar Silva[23]
PHS


46 segundos
Plínio Sampaio 2008.jpg
Plínio de Arruda Sampaio
PSOL


51 segundos
Roberto Requiao June 2004.jpg
Roberto Requião[24]
PMDB


4 minutos e 36 segundos
Rui Costa Pimenta[25]
PCO


43 segundos

Um comentário:

  1. “O Brigadeiro Ercio Braga sem sombra de duvida possui o melhor curriculum de todos os candidatos, uma vez que o mesmo é engenheiro de aerovias formado no ITA, além de ter integrado a missão humanitaria da ONU no antigo Congo Belga, mas especificamente em Katanga, tendo sido o responsável pelo salvamento de mais de 100 missonários. O plano de governo, que já tive oportunidade de examinar, me parece bastante satisfatorio. Da mesma forma ele se compromete a acabar com o piso salarial utilizado pelo INSS para o pagamento dos aposentados, determinando o pagamento integral do salario minimo. Outro ponto que merece ser destacado em seu plano de governo e a extinção do desconto de INSS efetuado pelo governo nas aposentadorias dos aposentados. A idéia do candidato de adotar um tratamento fiscal diferenciado para as empresas de reciclagem me parece bastante razoavel, uma vez que um dos maiores problemas das grandes cidades atualmente é o que fazer com o lixo. A escolha do Gen. Heleno para Ministro da Defesa me pareceu bastante feliz. Por estas razões eu apoio o Brigadeiro Ercio Braga.
    Atenciosamente
    Enio Guerra

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